DIREITO À AFETIVIDADE DIVERGENTE NO CONTEXTO DA PÓS-MODERNIDADE: O RELATIVISMO COMO ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO PRESTACIONAL DO ESTADO

Autores

  • Ana Barros Universidade Cândido Mendes

Palavras-chave:

Direitos humanos, afetividade divergente, atuação estatal

Resumo

Este artigo busca identificar uma estratégia de ação que permita ao Estado atuar afinado com seu papel de promotor dos direitos humanos no contexto das demandas por legitimidade social para novas possibilidades afetivas. O método de abordagem utilizado foi o dedutivo, com pesquisa a textos de lei e doutrina. Conclui-se que, diante das exigências que marcam a pós-modernidade, é imprescindível que o Direito encontre na flexibilidade e no respeito à autodeterminação um caminho para se manter relevante.

Biografia do Autor

Ana Barros, Universidade Cândido Mendes

Bacharel em direito pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Especialista em direito processual civil e direito e processo tributário (Universidade Cândido Mendes – Rio de Janeiro).

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Publicado

2016-11-24

Como Citar

Barros, A. (2016). DIREITO À AFETIVIDADE DIVERGENTE NO CONTEXTO DA PÓS-MODERNIDADE: O RELATIVISMO COMO ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO PRESTACIONAL DO ESTADO. Revista Do Instituto Brasileiro De Direitos Humanos, 16(16). Recuperado de https://revista.ibdh.org.br/index.php/ibdh/article/view/341

Edição

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Artigos

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