A Doação de Sangue por Pessoas Homoafetivas: Uma Análise da ADI 5.543

Autores/as

  • Amanda Faustino de Lima Parente
  • Carlos André Maciel Pinheiro Pereira

Resumen

O presente artigo intenta discutir sobre a constitucionalidade da doação de sangue por pessoas homoafetivas. Para tanto, foi empregado o método dedutivo fazendo pesquisa qualitativa baseada em referencial doutrinário e análise de documentos normativos e jurisprudência. Dessa forma entende que a discriminação por conta da orientação sexual agride a dignidade da pessoa humana e implica na privação de direitos. Entende Compreende que a vedação se manifesta como dano ao ordenamento jurídico, ao ferir princípios da Constituição Federal. Analisa, ainda a declaração de constitucionalidade dos atos normativos objetos da ADI 5543 concretizaria o preconceito e a discriminação contra os homossexuais, ao coloca-los como grupo de risco e tornando irrelevante o seu efetivo comportamento sexual. Por fim conclui pela constitucionalidade da doação de sangue por pessoa homoafetivas tratando-se de uma forma de não discriminação que permite em um único arremate satisfazer o direito a saúde da coletividade e assegurar a dignidade da pessoa humana dos doadores.

Biografía del autor/a

Amanda Faustino de Lima Parente

Graduanda em Direito pela Universidade Potiguar (UnP).

Carlos André Maciel Pinheiro Pereira

Direito Constitucional pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Especialista em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET); Bacharel em Direito pelo Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN); Professor DNS I da Universidade Potiguar (UnP); Advogado.

Publicado

2020-12-16

Cómo citar

Parente, A. F. de L., & Pereira, C. A. M. P. (2020). A Doação de Sangue por Pessoas Homoafetivas: Uma Análise da ADI 5.543. Revista Del Instituto Brasileño De Derechos Humanos, 20, 37–48. Recuperado a partir de https://revista.ibdh.org.br/index.php/ibdh/article/view/419

Número

Sección

Artigos