Direito do Trabalho, Indústria 4.0 e (Des)Centralidade da Pessoa Humana que Trabalha

  • Alline Bessa de Meneses
  • Francílio Bibio Trindade de Carvalho

Resumo




A Indústria 4.0 é caracterizada por integração de várias tecnologias de informação, com foco na otimização de recursos e aumento na produtividade. Com o advento destas novas tecnologias, o modo de produção e as relações de trabalho sofreram profundas modificações. Surgem novas morfologias de trabalho com impacto nos postos de trabalho e tendência a precarização dos direitos. Considerando que a pessoa humana e sua dignidade é a figura central na ordem constitucional brasileira, o presente artigo tem por objetivo analisar se, diante os impactos da Indústria 4.0, ainda haverá espaço para a centralidade da pessoa que trabalha.




Biografia do Autor

Alline Bessa de Meneses

Auditora-Fiscal do Trabalho; Especialista em Direito e Processo do Trabalho (UFG); Mestranda em Direito das Relações Sociais e do Trabalho (UDF).

 
Francílio Bibio Trindade de Carvalho

Juiz do Trabalho, Titular da 6a Vara Federal do Trabalho de Teresina-PI; Especialista em Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Direito Constitucional; Mestrando em Direito das Relações Sociais e do Trabalho (UDF).

Publicado
2020-12-15
Como Citar
MENESES, Alline Bessa de; CARVALHO, Francílio Bibio Trindade de. Direito do Trabalho, Indústria 4.0 e (Des)Centralidade da Pessoa Humana que Trabalha. Revista do Instituto Brasileiro de Direitos Humanos, [S.l.], v. 20, p. 23-36, dez. 2020. ISSN 1677-1419. Disponível em: <https://revista.ibdh.org.br/index.php/ibdh/article/view/418>. Acesso em: 05 ago. 2021.
Seção
Artigos