Prisão, Audiência de Custódia e Tortura: A Imagem do Ouroboro e a Repetição da História – Uma Leitura à Luz da Obra de Luciano Oliveira

  • Guilherme Graciliano Araújo Lima

Resumo




O presente ensaio busca lançar algumas reflexões sobre a figura da prisão, seja como estabelecimento de confinamento e segregação, seja como ato jurídico, e relacioná- la ao mecanismo de combate ao suplício físico direcionado ao preso, concluindo que se um lado a instituição da prisão visava a reduzir as práticas de tortura, por outro a prática cotidiana demonstrou que o hábito de violação de direitos básicos e fundamentais do indivíduo preso continua a existir.




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Guilherme Graciliano Araújo Lima

Doutorando e Mestre em Direito pela UFPE; Promotor de Justiça em Pernambuco; Professor de ensino superior em Direito.

 
Publicado
2020-12-16
Como Citar
LIMA, Guilherme Graciliano Araújo. Prisão, Audiência de Custódia e Tortura: A Imagem do Ouroboro e a Repetição da História – Uma Leitura à Luz da Obra de Luciano Oliveira. Revista do Instituto Brasileiro de Direitos Humanos, [S.l.], v. 20, p. 197-208, dez. 2020. ISSN 1677-1419. Disponível em: <http://revista.ibdh.org.br/index.php/ibdh/article/view/430>. Acesso em: 10 abr. 2021.
Seção
Artigos